O sucesso da Apple depende da falta de informações? Matéria publicada originalmente na revista macmais 77.

Sobre o lançamento do iPhone 5 no Brasil

Uma das muitas coisas irritantes em smartphones com Android: armazenamento limitado de 16GB e slot microSD. Isso é coisa do tempo do meu Palm Tungsten.

Outra porcaria em smartphones c/ Android: tela AMOLED. Isso é igual a alto contraste e cores dessaturadas em uma tela que parece feita de plástico. A qualidade das imagens me faz lembrar daquelas cartelas de papelão com figuras que simulam movimento quando você muda o ângulo de visão.

Outras porcarias, agora diretamente relacionadas com o sistema operacional: menu drop down em uma tela pequena, ícones de resolução variável e gerenciamento manual de memória. A lista é enorme.

É por isso que mesmo sendo ofertados de graça em alguns planos nas operadoras, as pessoas preferem não usar esses smartphones e pagar um preço verdadeiramente abusivo para ter um iPhone.

Se ao menos o Googlerola deixasse de bisbilhotar o que as pessoas fazem e tratasse de fazer um SO mobile realmente decente.

Ou se a Samsung, e demais chinesas e coreanas, aprendessem a fazer projetos consistentes, a ter bom gosto e oferecer serviços de qualidade. Quem sabe elas ganhariam muitos clientes novos.

E não é fazendo comercial p/ chamar esses potenciais clientes de estúpidos que isso vai mudar.

Tô cansado de pagar um preço absurdo pelos produtos da Apple no BR, mas isso não é o suficiente p/ que eu me violente usando uma dessas coisas que concorrência oferece.

Descoberto o motivo para tamanha demora no lançamento do iPhone 5 no Brasil: a Apple ainda não descobriu como por dentro da mesma caixa o nosso bizarro carregador e o estojo dos novos earpods.
I’ll go even further: When I pick up the iPhone 5 and examine it closely, I find it difficult to believe that this device actually exists. The iPhone 5 does not feel like a product that was mass produced. In a strange way, it doesn’t feel like it was built at all. This is a gadget that seems as if it fell into the box fully formed. If you run your hands around its face, you scarcely feel any seams or other points of connection; there’s little evidence that this thing is a highly complex device made from lots of smaller things. Instead it just feels like a single, solid, exquisitely crafted piece of machinery, and once you pick it up you never want to put it down.